A versão web do STRING é acessível em https://string-db.org/.
- Acesse o site e, na barra de pesquisa, insira o nome da proteína, gene ou identificador (ex.: TP53 para humanos).
- Selecione a espécie correspondente no menu suspenso.
- Clique em Search para visualizar a rede de interações.
• O resultado principal exibe um grafo das interações proteína-proteína com diferentes cores representando fontes de evidência (ex.: interações experimentais, coexpressão, etc.).
• Passe o cursor sobre os nós para ver informações detalhadas das proteínas.
• Clique nos nós para explorar conexões mais profundas.
• Você pode baixar as redes de interação no formato TSV, CSV ou XGMML para análises em outros softwares, como Cytoscape.
• Utilize as guias de Enriquecimento Funcional para analisar categorias de GO (Gene Ontology), vias de KEGG e associação com doenças.
Se você tem listas de genes ou proteínas e quer automatizar a análise, pode usar o pacote STRINGdb no R.
Primeiro, instale e carregue o pacote:
if (!requireNamespace("BiocManager", quietly = TRUE))
install.packages("BiocManager")
BiocManager::install("STRINGdb")
library(STRINGdb)
O primeiro passo é inicializar um objeto STRINGdb com a versão do banco de dados, organismo e a escala de confiança mínima para as interações:
string_db <- STRINGdb$new(
version = "11.5", # Última versão
species = 9606, # Código taxonômico para Homo sapiens (substitua conforme necessário)
score_threshold = 400, # Confiança mínima (0 a 1000)
input_directory = ""
)
Para outras espécies, consulte a lista de códigos taxonômicos em:
https://string-db.org/cgi/access?species_text=all
Se você tem uma lista de genes/proteínas, primeiro precisa mapear para os IDs do STRING:
# Exemplo de tabela com genes
genes <- data.frame(
gene = c("TP53", "BRCA1", "BRCA2", "EGFR", "MYC")
)
# Mapeando para os IDs do STRING
mapped_genes <- string_db$map(genes, "gene", removeUnmappedRows = TRUE)
head(mapped_genes)
Com os genes mapeados, podemos gerar uma rede de interações:
# Criando um grafo de interações
network <- string_db$get_interactions(mapped_genes$STRING_id)
# Visualizando as primeiras interações
head(network)
Se quiser visualizar a rede no próprio STRINGdb:
string_db$plot_network(mapped_genes$STRING_id)
Para obter enriquecimento de termos de Gene Ontology (GO) ou vias de KEGG:
# Análise de enriquecimento GO
enrichment_GO <- string_db$get_enrichment(mapped_genes$STRING_id, category = "Process")
head(enrichment_GO)
# Análise de enriquecimento KEGG
enrichment_KEGG <- string_db$get_enrichment(mapped_genes$STRING_id, category = "KEGG")
head(enrichment_KEGG)
Para salvar os resultados como arquivos CSV:
write.csv(network, "network_interactions.csv", row.names = FALSE)
write.csv(enrichment_GO, "GO_enrichment.csv", row.names = FALSE)
write.csv(enrichment_KEGG, "KEGG_enrichment.csv", row.names = FALSE)
Se quiser visualizar os dados no Cytoscape, pode exportar a rede para um formato compatível:
write.table(network, "network_for_cytoscape.txt", sep = "\t", row.names = FALSE, col.names = TRUE, quote = FALSE)
No Cytoscape, use a opção File → Import → Network from Table e carregue o arquivo.
O STRINGdb é uma ferramenta poderosa para explorar interações proteína-proteína e analisar funções biológicas associadas. A interface web é útil para visualizações rápidas, enquanto o pacote STRINGdb no R permite análises automatizadas e integração com outros dados genômicos.